Magia da caridade

“Você tem uma responsabilidade moral, quando recebeu muito mais do que precisa, de fazer coisas sábias com isso e doar inteligentemente”

J.K. Rowling (Foto: Angela Weiss / AFP)

A escritora inglesa Joanne Row­ling, ou J. K. Rowling, poderia ser tranquilamente – e já foi – bilionária, graças à fortuna arrecadada com a série infanto-juvenil Harry Potter. Mas ela, que durante alguns anos dependeu da seguridade social britânica para sobreviver, aprendeu muito bem que não é necessário ter bilhões para realizar-se. Assim, J. K. Rowling é um dos raros casos de pessoa rica que “caiu” de bilionária para milionária por doar dinheiro para a caridade – em 2012, calculava-se em US$ 160 milhões a quantia destinada pela escritora a várias iniciativas nesse sentido.

Entre elas estão o Volant Charitable Trust, fundo criado por ela para combater a pobreza e a desigualdade social, e o Lumos, organização fundada para ajudar crianças da Europa Oriental em situação precária. A escritora também se destaca em doações para causas como a esclerose múltipla (doença que acometeu sua mãe) e a dislexia. Com o recente sucesso do primeiro exemplar de uma nova cinessérie baseada em sua obra, Animais Fantásticos e Onde Habitam (da qual ela é roteirista), J. K. Rowling certamente terá um farto patrimônio a doar por muitos e muitos anos.

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