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Featured30/07/2022

Capacidade instalada de geração solar subiu 30% no 1º semestre de 2022

Crédito: Sunlution

30/07/22 - 11h11min

Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) mostram que a geração solar segue crescendo a passos largos no Brasil. No primeiro semestre de 2022, houve um aumento de 30% na capacidade instalada em relação ao semestre anterior, o que deixa o mercado nacional com a expectativa de alcançar um recorde histórico na expansão da geração solar em 2022.

“A projeção que temos é que vamos terminar o ano com quase o dobro do que a gente tinha de geração própria instalada em nosso país”, afirmou Bárbara Rubim, da Absolar, ao g1. Ela afirmou também que a expansão da geração solar deve resultar em um acréscimo de mais de 350 mil novos postos de trabalho no país até o final de 2022.

Outro dado significativo está na representatividade da geração solar dentro da matriz elétrica, especialmente no Nordeste. No último dia 16, as grandes usinas da região registraram 2.984 megawatts (MW) de geração instantânea, energia suficiente para atender a mais de 30% da demanda de consumo do mercado nordestino naquele dia. Já no último dia 21, a geração solar foi responsável pelo atendimento de 2,2% de toda a carga elétrica do Brasil.

Impactos socioambientais

Ainda sobre o Nordeste, Daniela Chiaretti abordou no Valor os principais pontos do Plano Nordeste Potência, apresentado nesta semana em Recife (PE). O projeto pretende mostrar como a região pode aproveitar seu enorme potencial para geração renovável de energia, especialmente pelas fontes solar e eólica, como uma forma de gerar renda e inclusão social, além de pressionar pela recuperação da bacia do rio São Francisco.

“O diferencial vem de características próprias da região: potencial gigantesco para energias solar e eólica; a existência de um sistema de geração hidrelétrica que deve ser valorizado porque nos permite falar em complementaridade; uma posição geográfica muito favorável para planos futuros de exportação de energia, especialmente no caso do hidrogênio verde; além da força de trabalho necessária”, explicou Cristina Amorim, coordenadora do plano, à coluna Crise Climática, do UOL. “Mas é preciso usar este potencial de um jeito diferente. Infelizmente, a gente tem visto uma repetição de um modelo de implantação que gera impactos socioambientais. Para que a gente tenha uma transição energética de fato justa e inclusiva, esse modo de expansão precisa ser urgentemente revisto.”

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