Cerimônia dura (quase) 100 dias para proteger estrangeiros

A estratégia se baseou em uma lei medieval holandesa que proíbe as autoridades de imigração de entrar em tais propriedades durante um serviço religioso

Filha do casal armênio (centro) durante a cerimônia: proteção dos fiéis (Foto: AP Photo/Peter Dejong)

Nada menos do que 96 dias durou uma cerimônia em uma igreja evangélica em Haia, como forma de os pastores protegerem da deportação uma família armênia até o governo da Holanda perdoar o grupo, na esteira de um plano mais amplo de anistia.

Os cinco armênios – o casal, Sasun e Anousche Tamrazyan, e seus filhos, de 21, 19 e 15 anos, que estavam no país havia nove anos – ficaram a salvo na igreja de outubro a janeiro graças a uma lei medieval holandesa que proíbe as autoridades de imigração de entrar em tais propriedades durante um serviço religioso. A família alega que correria risco se tivesse de voltar para a Armênia, onde o pai era ativista político.

O governo holandês concordou em examinar os casos de 700 pessoas ameaçadas de deportação, incluindo crianças e seus parentes, e antecipou que 630 deles deverão ganhar direito à residência no país.

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