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Featured26/05/2022

Desmatamento cresce 66% na Mata Atlântica

Desflorestamento na Mata Atlântica: registros aumentam bastante em um ano. Crédito: Fotos Públicas

26/05/22 - 09h38min

Infelizmente o dado não é nenhuma surpresa: entre 2020 e 2021, a Mata Atlântica perdeu 21.642 hectares de vegetação, um crescimento de 66% na comparação com o período anterior (2019-2020, de 13.053 ha).

Tal como os outros biomas brasileiros, a Mata Atlântica sofre com a política antiambiental do atual presidente da República, que vem impulsionando a destruição de áreas verdes nativas em todo o país. As informações são do Atlas da Mata Atlântica, lançado nesta quarta-feira (25/6), da Fundação SOS Mata Atlântica em parceria com o Inpe.

Cinco estados acumulam quase 90% do total de desmatamento observado na Mata Atlântica no último ano: Minas Gerais (9.209 ha), Bahia (4.968 ha), Paraná (3.299 ha), Mato Grosso do Sul (1.008 ha) e Santa Catarina (750 ha). Mesmo estados que vinham praticamente zerando o desmatamento do bioma, como São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe e Pernambuco, apresentaram uma alta no ritmo de destruição florestal. Os dados mostram um cenário preocupante: a Mata Atlântica está voltando a presenciar uma trajetória de destruição crescente depois de anos com números mais controlados.

Problema que afeta a todos

“É um problema que afeta todo o país e impacta diretamente a sociedade, pois 70% da população e 80% da economia brasileira se concentram na região”, observou Luíz Fernando Guedes Pinto, diretor da SOS Mata Atlântica. “Se as derrubadas persistirem, vai faltar água, vai faltar alimento, vai faltar energia elétrica. É uma ameaça à vida, um desastre não só para o Brasil como para o mundo, pois importantes referências internacionais apontam a Mata Atlântica como um dos biomas que precisam ser restaurados com mais urgência para atingirmos a meta de redução de 1,5°C de aquecimento global”.

No Bom Dia Brasil (TV Globo), a jornalista Míriam Leitão classificou o cenário mostrado pelo Atlas como “um espanto, uma calamidade”, que reforça a urgência do poder público cumprir a legislação que protege o bioma, com mais fiscalização e controle. “Não está dando certo. Está tendo um retrocesso. Aqueles sinais que o governo tem dado de ‘olha, desmata, ocupa’ que tem aumentado o desmatamento na Amazônia, tem se refletido até na Mata Atlântica”.

Correio BrazilienseEstadãoFolhag1O Globo e Valor repercutiram os dados do Atlas da Mata Atlântica.

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Atlas da Mata Atlântica