Edição 495

    NESTA EDIÇÃO

    Depois da taça de campeão, o prêmio mais visado é o de artilheiro. Na Copa de 2014, o alemão Klose pode virar o maior goleador da história, superando o brasileiro Ronaldo.

    As indústrias criativas geram receitas crescentes e funcionam como motores de desenvolvimento social. Não há quem não precise delas.

    Quem pensa que o sal é um simples condimento para temperar os alimentos precisa saber que, séculos atrás, ele já foi a mais valiosa commodity do planeta – o tesouro e a miséria de muitos Estados.

    Como embaixadores do passado, cadáveres de antigos reis celtas surgem dos pântanos irlandeses, revelando suas mortes violentas e o sacrifício imposto aos chefes tribais que falhassem com seus deveres.

    Tradição e modernidade, ostentação e provincianismo convivem em Astana, a cidade que recebeu bilhões em investimentos para virar a capital-vitrine do Casaquistão.

    O uso do reconhecimento biométrico está mudando processos tradicionais e, consequentemente, a vida das pessoas. Mas a biometria também pode engrossar a polêmica sobre os limites da privacidade.

    Entre paixões sentimentais e arroubos ideológicos, os cientistas sofrem com os protestos contra o uso de cobaias.

    O uso de carvão na produção de energia ajudou a China a tornar-se a segunda economia do planeta. Mas o custo à saúde pública está pesando. Nuvens de poluição abafando cidades viraram rotina.

    Enquanto países engatinham na elaboração de agendas nacionais sustentáveis, cidades como Copenhague, Viena, Londres e Melbourne criam modelos locais eficientes

    O sonho tem a idade do capitalismo: criar negócios eficientes para resolver problemas sociais. A realidade pode ser diferente, mas a expansão dos negócios sociais é um fato.

    A chef Ana Luiza Trajano inova a gastronomia com uma antropologia intuitiva. Sem medir esforços, viaja pelo Brasil para descobrir cardápios que incluem comunidades, histórias, técnicas e ingredientes

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