Edição 500

    NESTA EDIÇÃO

    O 11º Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, apoiado pela Unesco, mostra que oferecer ensino às mulheres reduz as taxas de mortalidade e assegura uma vida melhor a crianças e mães.

    Sete pessoas já realizaram o sonho de passear pelo espaço sideral. Nos próximos anos, o mercado do turismo espacial vai avançar a velocidade de foguete.

    Pesquisa de dez anos produzida por universidade francesa causa polêmica ao afirmar que o homem do futuro será mais alto, obeso e menos fértil.

    O número de famintos no mundo está diminuindo, mas os índices de obesidade e sobrepeso não param de aumentar.

    Estatísticos calculam as chances das seleções e fazem apostas para a Copa do Mundo. O físico Stephen Hawking errou feio ao avaliar as chances da Inglaterra.

    Entender como o cérebro funciona em detalhe ficará mais fácil a partir do mapeamento feito em fetos.

    Em setembro, a Inglaterra passa a incluir aulas de ciência da computação no ensino primário.

    Há 25 anos a internet revolucionou o cotidiano do planeta. Agora, um novo estudo americano enfrentou a capciosa tarefa de prever como será a próxima década da rede mundial.

    A Kingdom Tower, da Arábia Saudita, será o mais alto edifício do mundo, com 1 quilômetro de altura e uma cobertura para sultão nenhum botar defeito.

    Uma nova tecnologia de captura e armazenamento de carbono promete o impensável: dar sobrevida ao carvão, o mais sujo e poluente combustível fóssil.

    Primeira revista mensal da Editora Três, PLANETA chega à sua edição de número 500 com fôlego redobrado e em sintonia com a sua época.

    Medo de onda Malé, a capital das Ilhas Maldivas, no Oceano Índico, é a cidade mais densamente povoada do mundo e preocupada com tsunamis. Seus 103 mil habitantes vivem numa área de 1,7 km de comprimento por 1 km de largura. Qualquer elevação do nível do mar põe em estado de alerta o país formado por 1.196 ilhas e 338 mil habitantes. Desde 1900, o [...]

    Ensinar compaixão, amor e equanimidade nas escolas e mudar o mundo a partir da transformação interna. Esse é o caminho–nada fácil–apontado por um lama brasileiro para enfrentar os dilemas do século XX

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