Filantropia: de quem os brasileiros podem aprender?

“Eu, você, cada um de nós está aqui para fazer o bem”, diz Elie Horn, fundador da Cyrela, que se comprometeu a doar 60% de sua fortuna pessoal

Elie Horn (Foto: Reprodução)

Tradição entre endinheirados americanos, a filantropia ainda é artigo relativamente escasso no Brasil. Mas temos alguns exemplos no setor, e entre eles brilha, cintilante, a estrela de Elie Horn, fundador da Cyrela, a segunda maior incorporadora imobiliária do país.

Judeu ortodoxo nascido há 74 anos na Síria, Horn, que chegou aqui com 10 anos de idade, é o único sul-americano entre os cerca de 200 integrantes do The Giving Pledge, a iniciativa liderada por Bill Gates e Warren Buffett que estimula bilionários a doar a maior parte de seus recursos para causas de impacto social.

Horn, que se comprometeu a repassar 60% de sua fortuna pessoal para a filantropia, teve em casa o exemplo para esse comportamento: seu pai, que não era um homem rico, doou praticamente tudo que tinha para a caridade. O gesto tem uma origem espiritual profunda, citada pelo empresário em entrevistas: “Quando você faz o bem, leva junto a sua poupança para a eternidade. É a única mercadoria que leva para o outro mundo”.

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