Gestantes com coronavírus: maior risco de parto prematuro

Dados de estudo americano reforçam outros indícios da influência do vírus SARS-CoV-2 na gestação e acendem sinal de alerta

Infecção pelo vírus SARS-CoV-2 foi associado a aumento no número de nascimentos de prematuros nos EUA. Crédito: Léo Ramos Chaves

Gestantes infectadas com o novo coronavírus (SARS-CoV-2) correm mais risco de dar à luz bebês prematuros, segundo análises feitas por pesquisadores de várias instituições norte-americanas em um estudo nacional liderado por Kate Woodworth, dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

O grupo acompanhou 5.252 gestantes infectadas com o vírus entre os dias 29 de março e 14 de outubro deste ano. Dos 3.912 bebês nascidos vivos até agora, 12,9% vieram ao mundo antes de completar 37 semanas de gestação. Esse valor é superior à média nacional de 10,2% registrada em 2019 (Morbidity and Mortality Weekly Report, 6 de novembro).

Os dados ainda são preliminares e descrevem sobretudo grávidas infectadas no segundo e terceiro trimestres da gestação – os pesquisadores aguardam a conclusão da gravidez das outras participantes. Mas eles acendem um sinal de alerta. São consistentes com outros números dos CDC descrevendo proporções mais altas de partos prematuros entre mulheres hospitalizadas por complicações associadas ao SARS-CoV-2.

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