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Featured31/01/2022

Grande estudo liga baixo nível de testosterona a demência e Alzheimer

Testosterona: o hormônio relacionado aos músculos tem algum tipo de associação, quando está em nível baixo, com demência e Alzheimer. Crédito: Pxfuel

31/01/22 - 11h23min

Um estudo de pesquisadores australianos envolvendo cerca de 160 mil indivíduos sugere a existência de uma associação entre a baixa presença de testosterona em homens mais velhos e o surgimento de demência, como a doença de Alzheimer. A pesquisa foi publicada recentemente na revista Alzheimer’s and Dementia e abordada no site IFLScience.

Os pesquisadores, da Universidade da Austrália Ocidental (UWA), em Perth, não encontraram uma causa precisa para isso. No entanto, seu estudo apresenta uma das evidências mais robustas dessa ligação.

Os cientistas australianos trabalharam sobre dados do UK Biobank, um banco de dados biomédico de acesso aberto contendo informações genéticas e de saúde detalhadas de meio milhão de britânicos. Eles analisaram 159.411 homens com idades entre 50 e 73 anos. Desse total, 826 desenvolveram demência, 288 deles com doença de Alzheimer. Sua investigação revelou que os homens mais velhos com testosterona mais baixa apresentavam propensão significativamente maior a ter demência e doença de Alzheimer.

Assunto nebuloso

A testosterona é o hormônio sexual masculino e está associada ao desejo sexual, músculos, agressão e produção de esperma. Mulheres também produzem testosterona, mas em volumes bem mais baixos do que os dos homens.

Os pesquisadores ainda precisam avançar na investigação sobre se a testosterona protege contra a demência ou é outro fator que explica isso. Um grande número de estudos já havia destacado essa relação nos últimos anos. Outro dado a se considerar é o fato de que a maioria dos pacientes de Alzheimer são mulheres, o que reforça a ideia de que a testosterona pode ter algum tipo de efeito protetor.

No entanto, um estudo de 2017 que procurava verificar se o tratamento com testosterona melhorava a memória e as funções cognitivas de homens mais velhos com níveis mais baixos do hormônio concluiu que a estratégia proposta tinha pouco ou nenhum efeito.

A IFLScience observa que é complicado saber a frequência dos casos de baixa testosterona porque esse é um índice muito difícil de medir. Os níveis do hormônio podem variar ao longo do dia e são afetados por outros fatores, como uso de álcool, idade, dieta, certos medicamentos e doenças. Estima-se que 2% dos homens têm baixa testosterona, mas o problema pode afetar até 40% dos homens com 45 anos ou mais.

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