Hubble apresenta um véu explosivo no céu

Na origem da delicada estrutura mostrada na foto está uma explosão de supernova ocorrida entre 10 mil e 20 mil anos atrás

Parte da onda de explosão da supernova Cygnus: um diáfano véu celeste. Crédito: ESA/Hubble & Nasa, W. Blair

A imagem reproduzida acima, obtida pelo telescópio espacial Hubble, da Nasa/ESA, lembra um véu delicado e leve cobrindo o céu. Mas a realidade por trás dela não tem nada de delicado. A foto mostra, na verdade, uma pequena seção da onda de explosão da supernova Cygnus, localizada a cerca de 2.400 anos-luz de distância.

O nome do remanescente da supernova vem de sua posição na constelação de Cygnus (O Cisne). Esse remanescente cobre uma área 36 vezes maior do que a lua cheia.

A explosão da supernova original destroçou uma estrela moribunda cerca de 20 vezes mais massiva do que o Sol entre 10 mil e 20 mil anos atrás. Desde então, o remanescente se expandiu 60 anos-luz a partir de seu centro. A onda de choque marca a borda externa do remanescente da supernova e continua a se expandir a cerca de 350 quilômetros por segundo.

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A interação entre o material ejetado e o material interestelar de baixa densidade varrido pela onda de choque forma a distinta estrutura semelhante a um véu vista nesta imagem.

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