Júpiter ao alcance das mãos

O maior planeta do nosso sistema surge como uma grande estrela brilhante que poderia ser "tocada", nesta foto do Observatório Paranal, no Atacama

Júpiter quase "tocado" por Petr Horálek, do ESO: exemplo das condições notáveis de observação dos céus existentes no Atacama. Crédito: ESO/P. Horálek

Situado no topo do Cerro Paranal, no deserto do Atacama, no Chile, o Observatório Paranal, do Observatório Europeu do Sul (ESO), está, de fato, perto das estrelas. Uma alusão às extraordinárias condições existentes ali para as investigações astronômicas está expressa na foto acima.

Em pé no topo da plataforma, o embaixador fotográfico do ESO, Petr Horálek, chega até o que parece ser uma estrela brilhante. Trata-se, na verdade, do planeta Júpiter, que está dezenas de milhares de vezes mais próximo de nós.

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Ao fundo, o céu excepcionalmente nítido e escuro do norte do Chile é iluminado por uma infinidade de estrelas. Para os astrônomos, é mesmo uma paisagem de sonho.

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