Luta pela conscientização

Desenvolvimento de uma enzima natural (a PETase) que digere alguns dos plásticos mais poluentes pode revolucionar o tratamento dado a esses resíduos

“Plasticus”, obra colocada à frente de um auditório em Roma: alerta sobre um problema urgente (Foto: Andreas Solaro)

O problema representado pelo acúmulo de plástico na natureza, em especial nos oceanos (confira a matéria de capa desta edição), parece entrar gradualmente na ordem do dia. Um exemplo disso é a escultura “Plasticus”, colocada na frente do Auditório Parco della Musica, em Roma, por ocasião do Festival de Ciência National Geographic, realizado de 16 a 22 de abril. A obra, criada pela Sky Ocean Rescue-A Sea to Save, foi feita com 250 quilos de resíduos plásticos – a mesma quantidade despejada nos oceanos por segundo. O desenvolvimento de uma enzima natural (a PETase) que digere alguns dos plásticos mais poluentes, feito por cientistas britânicos e anunciado também em abril, pode revolucionar o tratamento dado à questão, mas o mais importante ainda é conscientizar os consumidores sobre esse problema.

Saiba mais
+ Carolina Dieckmann pede R$ 9 milhões por mansão no Rio
+ IPVA 2022 SP: veja como consultar e pagar o imposto
+ Um gêmeo se tornou vegano, o outro comeu carne. Confira o resultado
+ Reencarnação na história: uma crença antiquíssima
+ O que se sabe sobre a flurona?
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Horóscopo: confira a previsão de hoje para seu signo
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identifica lula gigante responsável por naufrágio de navio em 2011
+ Tudo o que você precisa saber antes de comprar uma panela elétrica
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua