Mostra fotográfica divulga frascos produzidos do lixo recolhido no mar

Fabricante de produtos de limpeza naturais, biodegradáveis e veganos, POSITIV.A faz exposição para divulgar a primeira embalagem brasileira que tem como matéria-prima plástico retirado do litoral de São Paulo e que será vendido com produtos da marca

Positiv.A lança o primeiro frasco brasileiro que tem como matéria-prima plástico retirado do litoral

Nesta semana (até domingo, 28/10) acontece a mostra “Oceano Limpo”, na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2.500, São Paulo/SP), com uma seleção de fotos de profissionais como Jordi Chias, John Cancalosi, Shawn Miller e Brian Lehmann sobre consumo e descarte de plástico. A entrada é gratuita.

O evento é uma iniciativa da POSITIV.A, fabricante de produtos de limpeza naturais, biodegradáveis e veganos, para divulgar o primeiro frasco brasileiro que tem como matéria-prima plástico retirado dos oceanos e é ele que vai embalar os novos produtos da marca, tais como o lava-louças a base de coco, multiuso e pronto para o uso, limpa-vidros, passa-fácil e frascos auxiliares (na foto). O recipiente foi desenvolvido em parceria com a Boomera, empresa que transforma lixo em novos produtos. E é feito com lixo recolhido do mar por cooperativas do Litoral Paulista.

Os resíduos são coletadoso, lavados, transformados em pequenas pedaços de material base chamados pelletes e então passam a ser usados para produzir a embalagem exclusiva. A ideia das novas embalagens surgiu a partir do incômodo de encontrar tanta poluição nos mares. Segundo a ONU, de 60% a 80% de todo o lixo no mar é plástico, o que impacta diretamente a vida marinha e desregula todo o ciclo alimentar.

“Começamos a pensar como poderíamos ir além do que estávamos fazendo e aprofundar o conceito de economia circular nos nossos produtos. Esse modelo de negócio é central para a POSITIV.A, pois vai de encontro com a nossa razão de existir. Não queremos repetir o velho discurso da sustentabilidade pelo simples fato de ele não ser suficiente para resolver os problemas. Por isso criamos novos modelos que estejam conectados com a forma sistêmica que o mundo funciona. Essa forma sistêmica é essencialmente circular”, explica Alex Seibel, fundador e CEO da POSITIV.A.

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