Música e preservação

“Se você realmente quer definir civilização, ela deve ser uma cultura que não destrói seu ambiente. Se você incendeia a cozinha um dia e espera comer no dia seguinte, não é nada inteligente, muito menos civilizado”

(Foto: Who / P.Virot / AFP)

O inglês Gordon Sumner, mais conhecido como Sting (que se apresenta em maio em São Paulo), é um artista inquieto. Cantor, compositor e baixista da banda new wave Police, ele iniciou, em meados dos anos 1980, uma carreira-solo na qual o rock convive com o jazz, o reggae, a música clássica e a world music. Ele também incursionou várias vezes pelo cinema, interpretando personagens ou a si mesmo em filmes como Duna e Zoolander 2.

Mas um aspecto seu permanece constante ao longo de todos estes anos: o interesse por direitos humanos e preservação ambiental. Membro da Anistia Internacional desde os anos 1980, Sting fundou em 1989, com sua mulher, Trudie Styler, o Rainforest Foundation Fund, para proteger as florestas tropicais e os povos que nelas habitam – a começar pela demarcação do território dos índios caiapós, liderados pelo cacique Raoni, na Amazônia.

Hoje, a organização se dividiu em quatro: a Rainforest Foundation UK, que trabalha pela preservação de florestas na África; a Rainforest Foundation US, que cuida das Américas; a Rainforest Foundation Norway, responsável pelo Sudeste da Ásia; e o Rainforest Fund, que levanta dinheiro e o repassa a suas coirmãs. Elas atuam em mais de 20 países na Ásia, na África e nas Américas, protegendo mais de 113 mil km2 de florestas.

Veja também

+ Invasão de vespas assassinas aumenta tensão com 2020 nos EUA
+ Anticoagulante reduz em 70% infecção de células pelo coronavírus
+ Assintomáticos: 5 dúvidas sobre quem pega o vírus e não tem sintomas
+ 12 dicas de como fazer jejum intermitente com segurança

COMPARTILHAR