Os carros híbridos chegam ao Brasil

Cinco automóveis híbridos (movidos a eletricidade e a gasolina), mais econômicos e menos poluentes, estão chegando ao mercado brasileiro

Cinco automóveis híbridos (movidos a eletricidade e a gasolina), mais econômicos e menos poluentes, estão chegando ao mercado brasileiro, mas a preços ainda indigestos. Importado do México pela Ford, o sedã Fusion, que custa entre R$ 100 mil e R$ 150 mil, é o mais barato. Por cerca de R$ 430 mil, o interessado pode adquirir um S400 da Mercedes-Benz (primeiro a chegar, em junho) ou uma Porsche Cayenne. O Série 7 da BMW custa ao redor de R$ 650 mil. O chinês JAC J5 ainda não tem preço definido.

● Alívio para o Mar de Aral

O Mar de Aral, que já foi o quarto maior lago do mundo e passa por um trágico processo de encolhimento em virtude sobretudo do desvio da água de seus rios tributários (Amu Darya e Syr Darya) para irrigação, a partir de 1960, vive um momento diferente. Após diminuir constantemente entre 2000 e 2009, o mar voltou a crescer este ano – o degelo da neve do maciço de Pamir foi normal e fez o Amu Darya, mais caudaloso, injetar mais água na parte leste do Aral (a área mais verde na foto).

● Reputação honrada

A britânica Body Shop, hoje parte da gigante dos cosméticos L’Oreal, honrou em outubro sua reputação de ícone de empresa sustentável num caso ligado à colombiana Daabon, sua principal fornecedora de óleo de dendê para a produção de sabonetes. Em 2009, a Daabon desalojou 123 famílias de agricultores para iniciar um cultivo de dendê na área. Denunciado pela ONG Christian Aid, o caso chegou à Body Shop e a empresa, mesmo diante do problema de substituir o fornecedor, não transigiu: desfez o contrato com ela.

● Investimento árabe em energia renovável

Primeira cidade 100% abastecida por energia renovável – no caso, solar –, Masdar (“fonte”, em árabe), a 17 quilômetros de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, já abriga seus primeiros moradores: cerca de 175 alunos do seu Instituto de Ciência e Tecnologia. Quando pronta, a planejada Masdar deverá ser o lar de 40 mil pessoas. O instituto foi concebido para colocar Abu Dhabi na vanguarda da pesquisa de energias renováveis.

● Aproveitando o vento solar

Cientistas da Universidade Estadual de Washington (EUA) propuseram, em artigo no International Journal of Astrobiology, uma nova alternativa de fonte energética: o vento solar. Sua ideia é abrir uma vela de 8.400 quilômetros de largura no espaço, atada a um satélite, para capturar elétrons que o Sol expele a grande velocidade. A iniciativa geraria 1 quintilhão de gigawatts, 100 bilhões de vezes o atual consumo da Terra. Um laser infravermelho mais preciso que os atuais traria a energia para cá.

● Energia do vento para o leste dos EUA

Investidores liderados pela empresa de tecnologia Google vão desenvolver um projeto de US$ 5 bilhões para abastecer com energia eólica até 1,9 milhão de domicílios da costa leste dos Estados Unidos. O Google anunciou que bancará 37,5% dos investimentos iniciais em turbinas instaladas no litoral entre Nova Jersey e Virginia, numa extensão de 565 quilômetros. A empresa pretende iniciar o projeto no começo de 2013 e concluí-lo até 2020.

À venda apenas no Pão de Açúcar, o papel higiênico Scott Compacto Folha Dupla 30 metros, da Kimberly- Clark Brasil, tem rolos e embalagens 100% recicláveis. O desenho do mascote da marca com a placa Pare indica a quantidade necessária de papel.

O projeto Escola Verde, da Yuny Incorporadora, de São Paulo, busca promover a educação ambiental em escolas públicas perto dos empreendimentos da empresa. Implantado em uma escola infantil no Ibirapuera, o piloto inclui investimentos na parte educacional e instalação de uma horta.

A Renault do Brasil criou o Instituto Renault, que reúne todas as ações socioambientais promovidas pela empresa desde sua chegada ao País em quatro eixos principais: educação, sustentabilidade ambiental e mobilidade, segurança no trânsito e desenvolvimento social.

O Sofitel Guarujá Jequitimar bateu sua meta no programa Plant for the Planet, do grupo Accor Hospitaly e da ONU. Pela ação, uma árvore é plantada a cada cinco toalhas reusadas. A meta para 2010 é de 2.200 árvores, mas em outubro o hotel já atingira 2.686 mudas plantadas (+22%).

 

 

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