Peste que dizimou os astecas é explicada em estudo

A epidemia que dizimou 15 milhões de astecas no México entre 1545 e 1550, ajudando os espanhóis a vencer essa civilização, finalmente foi identificada graças a restos mortais de dezenas de pessoas enterradas em Oaxaca

A epidemia que dizimou 15 milhões de astecas no México entre 1545 e 1550, ajudando os espanhóis a vencer essa civilização, finalmente foi identificada.

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Segundo cientistas alemães, americanos e mexicanos, a doença, chamada cocoliztli (“pestilência”, na língua nahuatl), foi causada pela bactéria salmonela.

Os sintomas eram febres elevadas, dores de cabeça e escorrimento de sangue dos olhos, do nariz e da boca, e a morte vinha depois de três ou quatro dias.

Os pesquisadores identificaram o agente infeccioso em restos mortais de dezenas de pessoas enterradas no campo de Yucundaa-Teposcolula, em Oaxaca. A salmonela chegou ao México provavelmente nos navios espanhóis.

O estudo foi publicado na revista científica Nature, Ecology and Evolution.

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