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Featured07/12/2021

Viagra pode ajudar a prevenir e tratar Alzheimer

Viagra: pílula azul tem mais efeitos positivos do que se conhecia. Crédito: Thought Catalogue/Unsplash

07/12/21 - 13h03min

A função principal do Viagra é de conhecimento geral, mas as pílulas azuis usadas contra disfunção erétil e hipertensão pulmonar podem ter outro efeito interessante sob o ponto de vista médico: o remédio está associado a uma redução substancial no risco de desenvolver a doença de Alzheimer. A descoberta sugere que o sildenafil (nome científico do medicamento) reaproveitado pode ser uma opção terapêutica para essa moléstia. O estudo a esse respeito foi publicado na revista Nature Aging.

Forma mais comum de demência relacionada à idade, a doença de Alzheimer afeta atualmente centenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Ainda não existe um tratamento eficaz para ela. Como o envelhecimento da população está aumentando, isso leva a uma grande e crescente carga financeira e de doenças para a sociedade.

Pontuação elevada

Usando uma abordagem computacional, Feixiong Cheng, do Instituto de Medicina Genômica da Cleveland Clinic (EUA), e seus colegas integraram informações genéticas e outros dados biológicos para construir 13 “módulos de endofenótipo” de doenças que capturam as assinaturas biológicas de Alzheimer. Esses módulos foram mapeados em uma grande rede de 351.444 interações proteína-proteína. As pontuações de proximidade da rede foram geradas para mais de 1.600 medicamentos aprovados pela FDA (a agência que regula alimentos e remédios nos EUA). Uma pontuação mais alta, nesse caso, indicava que uma droga interage fisicamente com vários alvos moleculares dentro de módulos relacionados à doença de Alzheimer. O sildenafil recebeu uma das pontuações mais altas, sugerindo que pode influenciar a doença de Alzheimer.

Para testar isso, a equipe analisou dados de sinistros de seguro de mais de 7 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que a prescrição de sildenafil foi significativamente associada a uma redução de 69% no risco de diagnóstico de doença de Alzheimer após seis anos de acompanhamento.

Os autores alertam que o desenho do estudo não pode demonstrar uma relação causal entre o uso de uma droga específica e o risco de Alzheimer. Ensaios clínicos randomizados envolvendo ambos os sexos com controle com placebo são, portanto, necessários para determinar a eficácia do sildenafil nesse contexto.

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